Mostrar mensagens com a etiqueta Papa Bento XVI. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Papa Bento XVI. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de abril de 2012

Fidel

foto JN

Retrato muito impressionante.
De profundo significado e maior dimensão.
A condição humana, bem expressa nos olhares e gestos. 
As vertentes política e espiritual, que acompanham o encontro.
O tempo de ambos, os tempos dos povos. 
O relógio da História.

sábado, 23 de abril de 2011

A História não acaba aqui


Lembramo-nos de João Paulo II - após a queda do muro de Berlim e a derrocada do Bloco de Leste, que se lhe seguiu - ter dito, mais ou menos isto: atenção que não é o fim da História, nem a vitória de um modelo sobre outro. Não julguem que o capitalismo é a solução ou dá resposta aos males que o Mundo enferma.

Passadas duas décadas, já no Pontificado seguinte, a visão do “político” Karol Wojtyła revelou-se-nos plena de sentido, particularmente quando os ventos da crise financeira de 2008, vindos dos EUA, varreram todo o hemisfério norte e fizeram ecoar alarmes em toda parte para algo mais fundo: crise das Instituições – a fragilidade da União Europeia é um bom exemplo; crise dos Estados – ilustrada através das dívidas soberanas dos chamados PIGS; crise das empresas - que cada vez mais despedem trabalhadores ou encerram; crise das famílias – desestruturadas, hipotecadas, sem emprego nem esperança.

Numa palavra, falta encontrar um novo paradigma. As receitas ministradas através de velhos “paliativos” afiguram-se-nos escassas para responder à nova ordem que urge edificar sobre a desestruturação geral das várias «comunidades», palavra que anda muito arredada da boca dos nossos governantes e dirigentes.

Nesse sentido, importa acolher as pistas e os subsídios dos mais sábios. É por isso que, independentemente do foro livre e individual onde cada um deposita a sua Fé, no plano social, a mensagem do Bispo de Roma, Bento XVI, merece ser ouvida, especialmente na Vigília Pascal que hoje tem lugar.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Tolerância de quê?

Tolerância de quê?
Quem quer participar nas cerimónias religiosas, por ocasião do 13 de Maio, participa.
Quem quer saudar o Papa, saúda.
Quem quer reunir o Conselho de Ministros e anunciar medidas excepcionais, reune e anuncia.
Portugal já está parado demais...
Numa altura destas, a tolerância de ponto decretada é puro nonsense.
Nem Fátima ou Papa poderão justificar tal terceiro-mundismo!

Terra de Santa Maria

Tem sido impressionante a forma calorosa como os portugueses estão a  a receber Sua Santidade, o Papa Bento XVI, nesta sua primeira visita a Portugal. Caso para dizer que nesta Terra de Santa Maria há Fé, há hospitalidade e muita fome de valores e espiritualidade, também.